Com toda produtividade coerente sugada para dentro de um nodoso ensaio aceleracionista no momento, alguns fragmentos:

Update da Fissão – aparentemente os gênios na arquibancada geral da NRx estão convencidos agora de que Justine Tunney usurpou Michael Anissimov em seu universalmente reconhecido cargo sagrado como Deus-Imperador da Nova Reação. Anissimov, para seu grande crédito, está perplexo. Essa coisa vai se reduzir a cinzas em sua própria insanidade radiante ou se amplificar até algum nível ainda inimaginável de loucura? A opção responsável seria abandonar o banco dos tolos agora, mas é interessante demais para isso. Sinalizar alguma distância está se tornando absolutamente imperativo, contudo.

Um ponto que tem que ser enfatizado com renovado fervor é a prioridade absoluta da fragmentação territorial para qualquer linha da discussão da NRx que comece a se imaginar ‘política’. Modelos universalistas da boa sociedade são inteiramente inconsistentes com a NRx em suas fundações, e transformar tais diferenças em argumento político é ter vagueado desesperadoramente para fora do roteiro. Todo o ponto dos arranjos sociais neorreacionários é eliminar o argumento político, substituindo-o por problemas práticos de micro-migração. Facilitar pátrias para seus antagonistas é ainda mais importante do que projetá-las para seus amigos. (Mesmo a antiga República da África do Sul sabia disso – embora tenha estragado a execução.) A triagem geográfica dissipa a dialética.

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Brett Stevens (do blog Amerika, @amerika_blog) deu uma de supernova no Twitter de uma maneira que grita esgotamento iminente, mas por ora ele é uma fonte de comentários e links soberbos. Entre as gemas mais recentes, estas duas peças, que levantam questões sobre a restauração de ideias teleológicas sofisticadas dentro da ciência natural.

por que a vida resiste à desordem? #entropy http://t.co/ggmrjqv4bq

— brett stevens (@amerika_blog) may 1, 2014

Também, duas outras sobre a catedralização das instituições literárias da FC, que se desenrola em público.

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Mark Steyn se apresenta como um leitor de Sailer. Nenhuma grande surpresa ali, eu acho, mas as trevas crescem…

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crown-of-thorns

Do que vi das respostas ao Trancendence, o filme foi quase universalmente mal compreendido. Sem modéstia, eu creio que meu ainda não escrito post sobre o tópico o entende com o título Páscoa dos Nerds. Estupidamente, a maioria dos críticos o descrevem como sendo sobre os perigos da superinteligência artificial. Na realidade, é sobre o pecado humano do medo e da negação de Deus, culminando no assassinato do Messias (enquanto divindade computacionalmente encarnada), e seu quieto retorno, em um jardim, enquadrando toda a imagem na promessa da ressurreição. Ele assim expõe o Transhumanismo não apenas como um sub-clade cristão, mas como um sub-clade notavelmente conservador (certamente em comparação com o Protestantismo Mainline). A significância disto precisa ser explorada em algum ponto.

Original.
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